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Leis e afins

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22
Fev17

Vitima de Crime

Daniela Fradinho Ribeiro

Hoje, 22 de Fevereiro, é o Dia Europeu da Vitima de Crime.

Ser vítima de crime é uma experiência única, difícil, avassaladora e traumática. 

Qualquer um de nós, a qualquer altura, poderá tornar-se numa vitima. Evidentemente que a forma com lidamos ou reagimos a situações traumáticas não é igual. Podemos prosseguir com a nossa vida, como se nada tivesse acontecido, como pode o trauma ser tal, que exija um acompanhamanento médico e/ou psicológico.

As formas de reação podem variar, acima de tudo pelo grau de gravidade do crime contra nós (ou pessoas próximas) cometido. As vitimas dos crimes de homicidio, serão as pessoas próximas ao falecido. Claro está que, à partida, o sofrimento que acompanha essas familias não será o mesmo que eventualmente padece uma vitima de furto, por exemplo. 

Cada pessoa reage à experiência traumática de forma autónoma e o que para uns pode ser bastante perturbador, para outros nem tanto.

De qualquer forma, qualquer acontecimento que possa destabilizar as "nossas" paz, segurança e tranquilidade, tende a marcar profundamente a forma como daí em diante passamos a viver e a reagir a determinados acontecimentos.

Para apoiar estas vitimas, foi criada uma linha especifica: 116 006 e diversos gabinetes com estrutura heterógenea, nomeadamente com intervenção nas áreas juridica, psicológica, entre outras. 

Resta acrescentar que estes serviços são gratuitos e confidenciais e foram criados para ajudar a ultrapassar o processo de vitimação. Para todos aqueles que são ou foram vitimas de um crime,  lembrem-se que não estão sozinhos e há, efetivamente, entidades, como a APAV, que podem ser cruciais no processo de superação. 

 

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